Como conseguir a aparência de há dez anos atrás? Na derme. pt encontra diferentes opções terapêuticas que o permitem, venha conhecê-las!
Que soluções terapêuticas tem a dermatologia estética/cirúrgica para prevenir e erradicar as rugas constrangedoras?
A pele é o órgão humano mais propenso a desenvolver efeitos indesejáveis, causados por diversos agressores externos ou potenciados pela genética de cada um, contudo, a palavra de ordem é sempre “prevenir”.
Como e quando iniciar a prevenção das rugas e flacidez da pele? Comece agora mesmo e atente nos seguintes pressupostos: – A alimentação equilibrada sempre foi e será condição de saúde orgânica com reflexo positivo na pele, tenha a idade que se tiver; – A ingestão de água mesmo sem sede potencia a hidratação e luminosidade da pele em qualquer fase da vida; – A qualidade e quantidade de sono é indispensável para o aspeto saudável do rosto desde o berço, perpetuando-se pela vida fora; – As toxinas do tabaco e da poluição ambiental aceleram a diminuição de colagénio, glicação, oxidação e degeneração das fibras elásticas que suportam a pele; – A utilização de cosméticos adequados ao tipo de pele e ao meio onde se vive, devem ser recomendados por dermocosmetologista; – A exposição às radiações ultravioletas(solar) requer moderação e abuso de protector solar; –O uso de óculos de sol evita a contração muscular repetitiva que causa as rugas de expressão na testa e à volta dos olhos; – O stress físico e emocional promove o desenvolvimento precoce de rugas e de muitas outras patologias da pele; – Atitude positiva e esclarecida face ao envelhecimento cronológico é necessária para que de uma forma natural e consciente se possam fazer as escolhas certas e corrigir o que não satisfaz, sem sofrimento psicológico; – O aconselhamento médico especializado não pode nunca ser substituído pelas dicas dos amigos ou propaganda on-line, há que conhecer o tipo de pele, o que mais a agride e o que a pode manter saudável, e que terapias eficazes para tratar as rugas e flacidez.
Quais os tratamentos com melhor resposta nas rugas faciais depois dos 50 anos de idade?
O processo de envelhecimento da pele, natural e progressivo, vai determinar em todas as pessoas menor capacidade de síntese de colagénio, degradação das estruturas elásticas e redução do ácido hialurónico natural, com efeitos particularmente visíveis na população feminina e após a entrada na menopausa. Recuperar a firmeza e luminosidade cutânea, pressupõe indução de estimuladores externos de colagénio e elastina através de tratamentos e procedimentos clínicos diversos, adequados à localização e profundidade das rugas mímicas ou estáticas do rosto, pelas mãos experientes de especialista em dermocosmetologia. Referimos aqui apenas a designação dos tratamentos que utilizamos com sucesso comprovado, e propomos que venha à derme.pt conhecer em pormenor como são executados e para que servem, para que possa iniciar a correção desejada sem dúvidas e ansiedade:
- Tratamento com toxina botulínica;
- Preenchimento com materiais biocompatíveis;
- Fios de sustentação e bio-estimulação cutânea;
- Mesoterapia com plasma rico em plaquetas;
- Laser CO2 fraccionado;
- Laser 1520 fracionado e não ablativo;
- Radiofrequência;
- Peelings químicos;
- Carboxiterapia
- Lifting cirúrgico
A evolução extraordinária em dermocosmetologia dos últimos tempos, está presente no dia-a-dia do Dr. Miguel Trincheiras, pois utiliza na derme.pt os mesmos materiais de referência a nível global, responsáveis pelos resultados excelentes de milhões de pessoas em todo o mundo. Sabe que os efeitos desastrosos e irreversíveis em pessoas que conhece derivam das mãos inábeis de simples curiosos nesta temática? Venha obter todos os esclarecimentos na derme.pt e confie na experiência do especialista em dermocosmetologia Dr.Miguel Trincheiras. O prolongamento da vida humana e a sua sustentabilidade, é sem dúvida um dos maiores êxitos da medicina revolucionária anti-envelhecimento da era moderna, que, pelo número crescente de jovens na nossa consulta, acredita-se numa geração de idosos bonitos e activos para além dos 100 anos a breve trecho. Face às mudanças de paradigmas, as pessoas e a sociedade exigem das pessoas de meia idade, respostas céleres e capazes, O STRESS : Interligação entre o psicológico e o corpo
O cérebro é o órgão-sede do sistema nervoso central que funciona como o quartel general de uma vasta rede de comunicações e de comando, é a sede da inteligência, dos actos e da sensibilidade.
O sistema nervoso central e o periférico, comandam ou respondem pela execução de todos os actos que obedecem á nossa vontade consciente, ou seja, a nossa musculatura estriada, que nos permite andar, mover os braços e mãos, abrir e fechar os olhos, falar ou beijar etc. Ao lado deles, existe um sistema nervoso autónomo (SNA) independente da nossa vontade consciente, ou seja, responde pelo funcionamento automático dos nossos órgãos. Por isso, coração, estômago, fígado etc, funcionam ininterruptamente, sem que disso tenhamos consciência, ou possamos influir sobre eles. O sistema nervoso autónomo divide-se em parassimpático, e simpático, e a activação ou “entrada em cena de ambos” dá-se por meio de ordens emanadas pelo cérebro. Tais ordens são transmitidas pelo hipotálamo ( sede das emoções) à glândula hipófise e desta às glândulas suprarrenais e a outras estruturas espalhadas pelo organismo. O parassimpático, tem como regra geral a função de “freio” de acalmar o organismo, enquanto o simpático, excita o organismo e prepara-o para enfrentar situações percebidas como ameaçadoras. Assim, quando activado, o simpático entre outras coisas acelera os batimentos cardíacos, aumenta a tensão arterial, e através do sistema vascular redistribui o sangue canalizando-o em maior quantidade para onde julgue que venha a ser necessário. Esses efeitos e todos os demais resultantes da acção do simpático tornam-se possíveis pela acção de um grupo de substâncias chamadas catecolaminas, das quais as mais conhecidas são a adrenalina e a noradrelanina, cuja quantidade no sangue aumenta em situações de alarme ou excitação. Stress: (o termo foi originalmente empregue na física, no sentido de traduzir o grau de deformidade sofrido por um material quando submetido a um esforço ou tensão, depois foi introduzido na medicina e biologia em 1936 por situações que o organismo perceba como ameaçadoras á sua vida e ao equilíbrio interior, e o papel que o stress, e as emoções e conflitos psicológicos tem na génese das doenças. Perante, a percepção de perigo, todo o organismo em resposta a descarga adrenérgica ordenada pelo cérebro através do simpático, prepara-se para fazer face á ameaça: o coração bate mais forte e depressa, de forma a que mais sangue (energia) seja fornecida aos músculos “para fugir ou atacar, mas nos animais há queima de energia”, a respiração acelera (mais oxigénio fica disponível) as pupilas dos olhos dilatam-se( nos animais ficam a ver melhor) ficamos com uma expressão assustadora( os pelos eriçam-se nos animais para sugerir um aspecto assustador que leve o agressor a desistir). Aqui o stress é uniforme e não especifico, ou seja, será idêntico para qualquer tipo de ameaça ou agressão, independentemente da natureza ou grau de perigo que represente, pois pode nem haver perigo real, até uma boa noticia pode gerar stress, basta que haja uma súbita mudança ou ameaça de mudança no estado de equilíbrio. Nas pessoas, o processo é basicamente o mesmo com duas diferenças:
Em 1º lugar, as ameaças do mundo externo ao “EU” do individuo são de múltiplas origens e na sua percepção há um forte componente subjectivo, isto é, o imaginário, provindo do interior da pessoa e muito mais significativo, Em 2º lugar, a descarga da tensão gerada pela sensação de perigo ocorre principalmente sobre a musculatura que não depende da sua vontade (sem estrias ou lisa) que é justamente a dos órgãos internos (órgãos de choque) As pessoas não podem responder com as reacções naturais de todos os animais, fugir ou agredir, e com a repetição deste mecanismo (nas mais diversas situações) ao longo do tempo, surgem as doenças. O potencial nocivo, ou causador de doenças depende do tipo e intensidade de stress mas dependerá sobretudo da sua repetição e duração ao longo da vida, e da forma como cada um lida com ele. O stress relacionado com a família e o trabalho, são os mais graves, não só pela sua natureza e multiplicidade das facetas mas por configurarem uma fonte permanente de tensão, stress crónico e duradouro. O stress não pode ser quantificado de forma precisa, e há uma componente individual na geração e resposta ao stress, há pessoas mais propensas a envolver-se em situações stressantes do que outras. Essa componente individual do stress pode ser devido a personalidade, história de vida e aspectos psicodinâmicos relacionados, depende da profissão e do meio social em que vive. As condições ambientais das grandes cidades e sociedade ocidental exacerbam a predisposição psíquica ao stress. Ao contrário dos animais, a grande determinante do potencial nocivo do stress é um estado interior de insatisfação consigo mesmo e com a vida, O fato de vivermos em sociedade, impõe-nos uma serie de normas, proibições e regulamentos que quase sempre contrariam os nossos mais fortes desejos e impulsos, ainda que inconscientes, Conclusão – Nascemos com um equipamento orgânico e instintos básicos que compartilhamos, em maior ou menor grau como os outros animais -na idade da pedra esse instintos e a maneira do corpo reagir a eles eram somente úteis como fundamentais para a sobrevivência do individuo e da espécie, -o advento da civilização e da vida social exigiu contudo, que o ser humano adaptasse o corpo e os instintos, (que não se modificaram,) a uma nova realidade na qual a livre vazão dos instintos e o governo do corpo, por eles passaram a ser desastrosos e destrutivos, ao invés de benéficos e protectores, -para essa adaptação, o psiquismo humano lança mão de mecanismos que procuram solucionar a situação de conflito e desequilíbrio gerada pela necessidade não atendida -tais mecanismos, chamados de defesa e adaptação, podem ser desejáveis e indesejáveis -os desejáveis, úteis e as vezes essenciais para o equilíbrio e felicidade podem ser factor de distúrbios e doenças, se utilizados de forma inadequada ou exagerada, quer em frequência e/ou intensidade. -os nocivos são intrinsecamente prejudiciais e podem causar perturbações e doenças várias, pelo simples facto de serem utilizados. A PELE COMO ESPELHO DA ALMA Apele é a parte do corpo por excelência que mantém contacto com o exterior, sendo compreensível que seja utilizada inconscientemente para comunicar emoções não expressas verbalmente ou por meio de atitudes voluntárias. Alguns vínculos entre doenças da pele e o estado da alma: – palidez crónica facial- exprime com frequência sofrimento psíquico, em masoquistas e obsessivas-compulsivas em particular – o rubor – habitual em pessoas que temem mostrar os seus sentimentos exprimindo-os de forma involuntária. Associa-se a emoções ou pensamentos proibidos, com conteúdo sexual ou agressivo – a sudorèse profunda e crónica exprime geralmente um estado de ansiedade crónica
Além desse papel de comunicação, a pele, como invólucro do corpo exerce também o papel simbólico de protecção, o que é um factor a mais a ressaltar a vinculação entre os distúrbios e doenças da pele e o psiquismo. Tal vínculo não é de hoje. Antigamente já se utilizava a expressão neurodermite para denominar alguns tipos de lesões cutâneas, querendo significar a sua origem nervosa. Também não é recente a possibilidade de eliminar as verrugas ou induzir o aparecimento de urticária por intermédio de hipnose, denotando a clara influência da mente sobre as alterações da pele. A importância da pele como via de comunicação do estado da alma fica clara em situações como o herpes, tanto o genital como o labial com forte ligação com as emoções. Observação curiosa é o significado psicodinâmico de duas patologias muito comuns da pele: o prurido e a urticária. A comichão parece representar uma forma disfarçada de descarregar sentimentos de excitação sexual ou de agressão, o que alias, justificaria o uso da expressão “isto é de dar coceira” quando alguém se vê diante de uma situação inusitada ou excitante. O prurido parece encerrar esse significado também nos animais, e não apenas no homem quando impulsos agressivos são de alguma forma inibidos, o animal tende a coçar-se ou lamber-se, é um meio de descarregar a tensão, quando a sua expressão esteja impossibilitada. A urticária, aquela reacção da pele caracterizada por placas avermelhadas e prurido, e habitualmente associada a reacções alérgicas ou intoxicações, significado simbólico do desejo de sofrer maus tratos, com personalidades tristes e deprimidas. A historia de vida dos portadores de doenças da pele (aquelas com maior componente psíquico como a psoríase por ex.) mostra-nos que são infelizes e a pele é o palco para fazer repercutir e comunicar aos outros o seu sofrimento.